Pastor arrisca a vida para libertar 200 escravas sexuais do Estado Islâmico | jornal 21 brasil

autor do blog, pastor presidente da igreja doutrina dos apóstolos

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segunda-feira, 13 de março de 2017

Pastor arrisca a vida para libertar 200 escravas sexuais do Estado Islâmico

AS : 10:30

Um pastor americano se associou a uma rede clandestina de resgate de reféns e foi até o Iraque negociar a libertação de centenas de mulheres que eram mantidas como escravas sexuais pelo Estado Islâmico (EI).
Bill Devlin, que é pastor da Igreja Infinity Bible, no Bronx, Nova York, visitou o Iraque várias vezes nos últimos anos na missão de ajudar os iraquianos que foram expulsos de suas casas pelos terroristas.
Em abril de 2016 Devlin voou para o Iraque e doou mais de 1.500 dólares para que um marido yazidi pudesse resgatar sua esposa que era refém do grupo terrorista.Depois disso ele voltou ao seu país e em dezembro viajou mais uma vez para doar dinheiro e ajudar outras duas famílias a pagar pelo resgate de seus parentes, geralmente mulheres, sequestrados pelo EI.
Essas viagens o fazem contar cerca de 200 crianças e mulheres que foram resgatadas graças ao seu apoio financeira. Número que inclui, em sua maioria, cristãos e yazidis que são as minorias sequestradas e mantidas em cativeiro pelos terroristas.
“Minha motivação veio quando eu pensei que tenho três filhas. Então imaginei que se elas fossem prisioneiras de uma organização terrorista e eu me aproximasse de alguém e dissesse que estou resgatando garotas, eu gostaria que essa pessoa me dissesse: ‘Eu me juntarei a você'”, contou o pastor ao Christian Post.
Os valores arrecadados para esses resgates foram doados por americanos que conhecem o trabalho do pastor Dlevin e o ajudam a resgatar os reféns do EI.
O líder, porém, deixa claro que o valor não é dado para os terroristas, mas sim para os homens que se arriscam a irem até os locais onde os reféns estão escondidos.

O pastor e a rede

No Iraque há uma verdade rede secreta que trabalha libertando os reféns do EI. Segundo uma reportagem do jornal ‘The Independent’, mais de 3.000 mulheres yazidis já foram libertadas.
A rede é formada por civis curdos,  cristãos e outras minorias étnicas e famílias das vítimas, segundo a ONG ‘Yazda’.
“Este é um grupo formado por todas as etnias que estão trabalhando na região. Sei de mais de cinco grupos diferentes que estão colaborando, alguns estão resgatando em Mosul, outros em Raqqa”. disse o diretor da ONG, Ahmed Burjus ao The Independent.
O grupo tem trabalhado em diferentes lugares do país e não é o único, há outras organizações como a ‘Liberation of Christian e Yazidi Children of Iraq’ que estão fazendo o mesmo. fonte; http://noticias.revivaltimes.com.br
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